Plenária do DAP Capital com Jilmar Tatto

Com a presença de Misa Boito, do Comitê Nacional do DAP e do pré-candidato do PT na cidade de São Paulo, Jilmar Tatto, a plenária do DAP Capital reuniu 80 companheiros de 12 Grupos de Base que atuam na cidade. A reunião online ocorreu no último dia 17. 

Disputa nacionalizada

Para Tatto, a “disputa em São Paulo, será nacional. Em função da crise social, política e sanitária a que vive o país, o desafio é imenso. Por isso temos de fazer uma campanha bastante forte de oposição ao Bolsonaro.”

Dória e Covas fazem igual a Bolsonaro

Ele ainda denunicou os ataques privatistas de Covas e de Dória, e defendeu os serviços públicos: “Temos de denunciar o desmonte do estado, semana passada foi flexibilizado o Pré-Sal: são mais de 200 bilhões que agora não vão mais para a educação e cada estado e município gasta como quer, um ataque à soberania do país. E Dória e Covas fazem igual, privatizam. Esta semana é desmonte da Covisa, semana passada queriam passar o Hospital do Campo Limpo para o Einstein, empresa privada. É isso que a minha candidatura vai combater, pra contrapor o PT ao desmonte do estado. A população precisa de um estado forte, de um corpo de funcionários estáveis, precisamos fazer concursos publicos e reverter a privatização da saúde, ter um plano de reversão das OSs, que ao mesmo tempo que estanque, reverta. E ter uma política de proteção social, com renda básica e transporte gratuito para todos”.

Lula fez um chamado

Misa Boito iniciou falando da reunião do Diretório Nacional do PT, onde “o Lula disse ‘a gente reúne, reúne e tira o que… eu diria que o Lula fez um chamado de volta às ruas, para conversar com o povo. Como disse o Jilmar numa outra reunião, se não é possível fazer um comício com 15 mil, é possível colocar um carro de som na esquina e falar com o povo! O PT hoje esta disputando 60% do eleitorado nacional. A resposta que o DAP deve dar é ajudar com que a campanha do Jilmar cresça muito. Entre os nossos compromissos centrais é a luta pelo fim do governo Bolsonaro, que se expressa , mesmo que de forma inconsciente, quando os trabalhadores da Renault sustentam 3 semanas de greve. Ou na luta contra a privatização do Hospital do Campo Limpo, pois são nessas ações que se traduz na campanha do Jilmar essa luta”.

O debate

Se seguiram 16 intervenções – três de pré-candidatos a vereador do PT: Zazá, Givanildo e Lili. As falas colocaram questões sobre cultura, como a defesa da manutenção do Teatro do Faroeste; sobre educação – contra a volta às aulas proposta por Covas; e também sobre saúde – contra a privatização do Hospital do Campo Limpo.

Outros destacaram que a candidatura do Jilmar Tatto é de defesa do PT contra os ataques da mídia e da burguesia. Everaldo Andrade, professor universitário, sugeriu como a criação de uma universidade municipada ligada aos CEUs fosse incluído no programa do governo.

Lili disse “aqui na Vila Brasilândia, onde temos um grupo do DAP, temos os efeitos da política do Bolsonaro no povo. Quando o Jilmar vai num ato como o do Hospital do Campo Limpo e diz ‘se privatizar, vamos reverter’, isso é o combate prático à política do Bolsonaro”.

Ao final, um compromisso do DAP da capital, na campanha do PT com Jilmar, em defesa do partido, por mais serviços públicos ligado à luta pelo fim do governo Bolsonaro e pelos plenos direitos políticos para Lula.

Barbara Corrales – Coordenação DAP Capital

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