Forças populares recomeçam a aparecer nas ruas no 1º de maio

Petistas, cutistas, militantes por moradia e jovens: as forças populares começam a voltar às ruas neste 1º de maio. Entidades e organizações sindicais e populares estiveram em luta em defesa da vida, de emprego e de vacinação para todos, do auxílio emergencial de R$ 600 e pelo Fora Bolsonaro, entre outras reivindicações.  A militância petista e das forças populares se mobilizaram mais uma vez para lutar por seus direitos, respeitando as regras sanitárias (uso de máscaras, álcool em gel , etc). O Diálogo e Ação Petista ocupou seu lugar nas mobilizações.

Os atos começaram ontem mesmo, como em Volta Redonda (RJ) e Taboão da Serra (SP). Representantes dos sindicatos dos Metalúrgicos de  Osasco e de Embu Guaçu e dos Químicos de SP, PT, PSOL, PDT e do movimento de moradia local se concentraram por volta das 18h, no Largo do Taboão, e dialogavam com a população que passava pelo local. A juventude também ocupou seu lugar com pixações, lambe-lambe, entre outras atividades.

Em São Paulo

1º de maio no Centro de São Paulo
No Largo do Paissandu, no centro de São Paulo

Na cidade de São Paulo ocorreram carreatas por diversos bairros, como na Mooca e em Sapopemba, além de caminhadas na Brasilândia, no Centro, Itaquera, Guaianases e Vila Maria (Ocupação Douglas Rodrigues). Teve também um faixaço na Avenida Faria Lima, área nobre da cidade. Em outras regiões do Estado de São Paulo, como Diadema, Itupeva, Ribeirão Preto e na Baixada Santista também tiveram atividades.

Presente ao ato em Guaianases, concentrado na Praça Brasil, a companheira Babi Corrales, integrante da Direção Executiva Municipal do PT, destacou a necessidade de lutar nas ruas pelo fim do governo Bolsonaro. “Esse governo é responsável por 405 mil mortes. Esse governo é o responsável pela retirada de direitos, pela venda das estatais, pelo fim da soberania desse país e é por isso que é na rua, aqui na Praça Brasil, que nós vamos começar o movimento dos trabalhadores e trabalhadoras para tirar esse governo. Nós temos que dizer em alto e bom som: nenhum dia a mais para o Bolsonaro! Não dá para esperar 2022! Tem que tirar agora e começar na rua!”.

Markus Sokol, integrante da Comissão Executiva Nacional (CEN) do PT, participou da passeata no Centro e lembrou da importância de estarmos retomando as ruas para lutar contra o governo Bolsonaro, as forças extremistas e conservadoras que o apoiam e a burguesia. “Isso aqui não é feriado, não é dia de festa, não foi criado pela ONU e nem pelo governo brasileiro. O 1º de maio é dia de luta para a classe trabalhadora. Todos nós sabemos que a única força capaz de impor ao capitalismo o respeito aos direitos é a força da classe trabalhadora organizada. É a força do movimento popular organizado. É força da juventude organizada.”

Nas Minas Gerais

Em Minas houve um ato simbólico no calçadão e na Praça da Estação de Juiz de Fora. Belo Horizonte também teve ato em frente ao Hospital Júlia Kubitscheck, no bairro Milionários. Ipatinga e Diamantina também tiveram o PT em defesa do emprego, do Fora Bolsonaro e do auxílio emergencial de R$ 600.

No Nordeste

Na Bahia, o bonito dia de sol em Salvador animou a militância para defender a aprovação do auxílio de R$ 600 e lutar contra a privatização dos Correios. Já em Feira de Santa teve chuva, mas nem assim os petistas arredaram o pé e continuaram com o ato pelo Fora, Bolsonaro.

Ainda no Nordeste, em Aracaju (SE), Russas (CE) e Maceio (AL) também foi dia de trabalhador na rua lutando por seus direitos.

No Sul do país

Na Região Sul não foi diferente. A militância petista marcou presença em Porto Alegre (RS) e Florianópolis (SC). Na capital catarinense, um ato simbólico em memória às vítimas da pandemia com crucifixos impactou quem quem passava pelo local.

Esperança, sem esconder os problemas

Em meio às mortes, fome e desemprego ampliados por esta pandemia e potencializados pelo desgoverno Bolsonaro, resta aos trabalhadores irem às ruas lutar por seus direitos e sua sobrevivência. A voz das ruas cresce pelo fim do governo Bolsonaro, e, com elas, cresce a esperança para botar abaixo o governo Bolsonaro e abrir caminho para uma vida melhor de todo o sofrido povo brasileiro.

Seria ainda maior se todo o PT estivesse organizando, desde o inicio do mês, a preparação do 1º de maio de luta, nas ruas. Publicaremos novo artigo para análise da situação política.

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Diálogo e Ação Petista

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