Izabelzinha para vereadora de Goiânia

Izabelzinha é pré-candidata a vereadora de Goiânia pelo Partido dos Trabalhadores. Militante histórica do partido desde os anos 1980, Izabelzinha é professora aposentada da rede estadual de educação, historiadora. Ela fez parte da direção do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação do Estado de Goiás (SINTEGO) e da Central Única dos Trabalhadores (CUT-GO). É conhecida e reconhecida pelas suas contribuições para a defesa e garantia de direitos da classe trabalhadora, do Partido dos Trabalhadores, dos movimentos sociais e na luta em defesa da emancipação feminina. Militante do Diálogo de Ação Petista – DAP, é incansável e imprescindível na luta de classe no Centro Oeste, no Brasil e no mundo.


Apresentação de Izabelzinha pré-candidata a vereadora pelo PT – 2020

O PT nasce da vontade de independência política dos trabalhadores, já cansados de servir de massa de manobra para os políticos e os partidos comprometidos com a manutenção da atual ordem econômica, social e política (Manifesto de Fundação do PT, 1980).

Izabel Campos é uma mulher que sempre lutou com rebeldia pelas causas sociais, pelos trabalhadores e pelos menos favorecidos de Goiânia. Nasceu em 04 de julho de 1948 no sertão do Tocantins, transferindo-se para Goiânia em 1967.

No período de estudo secundarista e universitário, Izabel trabalhou no Sindicato do Bancários (de 1972 a 1985). Estudou História na PUC-GO e trabalhava dando aula na Rede Estadual da Educação e, seguindo sua militância e carreira, participou das lutas em defesa da Educação, tais como: Plano Nacional de Salários, Estatuto do Magistério e dos Administrativos, Piso Nacional Salarial do Professor na década de 90, que acabou por resultar na Lei do Piso Salarial Nacional do Magistério.

Em sua atuação à frente da Educação logo se filiou ao antigo CPG em 1986, que na década de 90 deu origem ao SINTEGO. Após entrar na direção do SINTEGO, entrou, também, na direção da CUT, das quais participava de diversos congressos regionais e nacionais, de movimentos grevistas pelo Plano de Carreira do Magistério, acompanhava as lutas estudantis dos grupos de esquerda tanto os secundaristas nos grêmios como os estudantes universitários nos centros acadêmicos.

Sendo que participou ativamente da criação do Ipê Rosa como representante do SINTEGO e CUT. Também participava das discussões de criação dos movimentos que estava para nascer como, atualmente o  LGBTQI+, participando da formação da antiga Parada Gay, pioneira da Parada LGBTQI+.

A sua atuação foi na luta das mulheres oprimidas e trabalhadoras, participando da organização de Conferência Internacional das Mulheres (que resultou na formação do Fórum Goiano de Mulheres) e sempre na luta pela igualdade de Gênero e dos Coletivos da Mulher Trabalhadora na Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE), na Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do Conselho Estadual da Mulher (CONEM). Também, coordenou em Goiás a pesquisa da CNTE sobre o trabalho infantil.

A sua luta foi contra qualquer preconceito ao movimento negro, a qual uma das bandeiras é vida digna ao trabalhador e trabalhadora negra e sempre combatendo qualquer discriminação e atitudes racistas.

A sua luta foi em defesa da causa indígena, a qual trabalhou (de 2007 a 2010) como administradora de uma unidade da FUNAI no Mato Grosso em Primavera do Leste nas terras indígenas Xavantes.

A partir da luta sindical e de suas atuações nos movimentos sociais, sentiu a necessidade de participar do Partido dos Trabalhadores, mesmo sendo simpatizante uns 10 anos do Partido dos Trabalhadores a sua ficha foi abonada pelo então professor e ex-prefeito Pedro Wilson e está filiada desde 1997 no Partido dos Trabalhadores.

Em seus mais de 20 anos de Partido dos Trabalhadores, Izabelzinha nunca desistiu do partido nem deixou de ter alguma forma de militância de base. Izabelzinha não vive da militância, vive para a militância: prova disso é que não hesitou em disputar pela oposição, sempre ligada à CUT, a direção do SINTEGO, quando avaliou que a diretoria de então caminhava para rumos contrários ao que considerava mais adequado para os trabalhadores em Educação, e que mora num pequeno apartamento num bairro periférico de Goiânia e não tem condução própria.

A rebeldia sempre esteve presente na vida da Izabel Campos ou Izabelzinha, que em 2018 foi receber uma homenagem do Conselho Estadual da Mulher, mas se retirou devido à presença de Demóstenes Torres na mesa, não sem antes explicitar, de público, suas razões, num discurso que emocionou e representou muitas mulheres e muitos homens que não se reconhecem no jogo político asqueroso que levou à participação desse sujeito numa homenagem a mulheres de luta.

Nossa campanha e o mandato que pretendemos conquistar dependem do apoio e da solidariedade das companheiras e dos companheiros petistas e simpatizantes das causas sociais. Para garantirmos o sucesso da campanha e caminharmos para a vitória temos que contar com sua contribuição financeira e militância para conseguirmos a vitória que é Izabelzinha ser vereadora pelo município de Goiânia.

Junte-se a essa luta!

MANIFESTO DA PRÉ CANDIDATURA

            Vivemos uma situação marcada pela política genocida de Bolsonaro, acompanhada pelo governo estadual de Caiado e do municipal Iris Rezende.

O calendário político determina que as eleições municipais ocorrerão, excepcionalmente, em novembro, nesse ano de 2020, e estou disponibilizando meu nome para participar da chapa do Partido dos Trabalhadores como candidata a vereadora. Estas eleições serão profundamente marcadas pelo caos social, político e institucional causados pelo desastre do governo Bolsonaro, em particular na saúde, com o cortejo fúnebre de milhares de mortes que poderiam ter sido evitadas se o Mais Médicos, com toda sua estrutura para atendimento de base, não tivesse sido encerrado por ele; se não tivesse havido a Emenda Constitucional 96 do governo golpista do Temer, que resultou no corte de mais de 20 bilhões na Saúde, que agora faltam para garantir prevenção e atendimento. Se tivéssemos investimentos na Saúde com indústrias farmacêuticas de qualidade e altos investimentos em Ciência e Tecnologia, a população poderia estar em melhores condições com testes e leitos totalmente equipados com respiradores e não como estamos atualmente que passamos a barreira dos 100 mil mortos com negligência do governo Bolsonaro, que sempre foi contra as medidas de proteção do COVID-19 e contrário a quarentena e uso de máscaras. Este caos na Saúde veio, desde, os cortes nas pesquisas que ocorreram com a derrubada da presidenta eleita Dilma do governo com o golpe de 2016 e, assim, os pesquisadores  poderiam ter descoberto testes baratos e rápidos mas tiveram bolsas cortadas.

Reforma da Previdência, Privatizações, Entrega do Petróleo do Pré-sal para as multinacionais… é o roteiro do golpe iniciado com a derrubada do governo Dilma, iniciado por Temer e aprofundado por Bolsonaro, cujo cerne é a destruição das condições de vida do nosso povo, o que foi escancarado, acelerado e aprofundado pela Pandemia.

Somente 29% da verba federal destinada ao combate ao Coronavírus foi utilizada enquanto a média móvel de óbitos gira próxima do macabro número de mil mortes diárias; em nosso Estado de Goiás, o governo investe no marketing da “Secretaria da Retomada” e fala como se a Pandemia tivesse passado, enquanto os números de contaminação batem recordes nas últimas semanas, mais de 2 mil casos diários, e continuamos sendo um dos Estados que menos testam e um dos países que menos testam. Em Goiânia, o prefeito só apareceu durante a Pandemia para demitir trabalhadores temporários, mesmo se depois recuou: há baixíssimo número de testes, e, também, faltando remédios e ambulâncias para levarem os doentes aos hospitais.

Em outras áreas não estamos muito melhores: desde o golpe de 2016, somos marcados por profundos ataques aos trabalhadores, aos ambulantes e pequenos e micro-empresários, ao patrimônio público e as estatais do país. As mulheres, os negros, a população LGBTQI+, sofrem com particular crueldade as consequências dessa política, em particular com as consequências da criminosa política de Bolsonaro na Pandemia e da violência policial, que só aumenta.

Fora Bolsonaro e Mourão! Fim do Governo Bolsonaro! Constituinte para fazer a reforma do sistema político, do judiciário e das forças armadas! Liberdade para Lula!

            Para mudar de fato os rumos do país e revogar o legado de destruição de Temer e Bolsonaro, será necessária a convocação de uma Constituinte para reformar profundamente as instituições que, construídas pela Constituição de 88, mantiveram vários pontos da legislação da ditadura – inclusive o Pacote de Abril de 75 (com a exclusão do Senador Biônico e outras adaptações), que determina as normas distorcidas para as eleições para o Congresso e o Senado, e a famigerada Lei 142, que determina a possibilidade de intervenção militar sob determinadas condições.

            Para nós, esta campanha, bem como o futuro mandato, são uma trincheira de luta para colocar fim a esse governo cuja permanência só pode resultar em mais mortes e sofrimento para o nosso povo.

            Precisamos eleger Adriana Acorsi como prefeita de Goiânia e vereadores e vereadoras como a candidata Izabelzinha para fazer a luta para que o pagamento da dívida dos Estados e municípios com o governo federal permaneça interrompida, para que a câmara dos vereadores tenham verbas suficientes para, nesse momento, dar absoluta prioridade para a vida, reestruturando as condições para o combate ao Coronavírus, do crescimento do atendimento à saúde básica.

            Para realizar políticas públicas que mudem radicalmente as prioridades, contra a atuação da atual prefeitura que criou uma Centro de Operações e Emergência em Saúde Pública que abarca os empresários, mas recusou a participação do Sindsaúde.

            Nenhuma escola aberta durante a Pandemia! Não é aceitável a busca eleitoreira do prefeito Íris Rezende de querer abrir escolas sem vacina e em plena alta da Pandemia!

            Devemos pensar numa sociedade justa e democrática, as quais temos os direitos humanos juntamente com os direitos sociais. Apresento minha pré-candidatura para lutar em defesa da valorização da Educação, Saúde, Cultura, movimentos sociais, as mulheres, os trabalhadores e trabalhadoras de Goiânia.

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