Ampliar os debates sobre a Constituinte Soberana

A  cada dia, uma nova demonstração de como essas instituições estão apodrecidas e de como é impossível que, sob sua regência, o povo brasileiro possa ter esperança de uma vida melhor e mais digna.

É preciso mudar, e a perspectiva da Assembleia Constituinte Soberana, que dê a palavra ao povo, é a proposta defendida pelo DAP. O ciclo de debates sobre a Constituinte, que o DAP promove, resultou em reuniões em vários estados. O caderno publicado pelo DAP teve sua edição de mil exemplares esgotada e agora está à disposição dos interessados na versão digital.

Os debates organizados pelos núcleos de base são fundamentais para fazer essa discussão com os militantes do PT, dos movimentos sociais, dos sindicatos.

Como no Ceará, onde, no dia 16, começou um ciclo, com 40 militantes presentes na sede do sindicato e muitos outros participantes, de várias regiões do estado, por meio virtual. O tema abordado foi as experiências recentes da Constituinte na América Latina, e teve como expositor Júlio Turra, do Comitê Nacional do DAP.

O ciclo segue no dia 30 de novembro, com o tema “Por que o PT não assinou a CF de 88 – um resgate histórico”, e se termina dia 13 de dezembro com o tema “A luta pela Constituinte no Brasil atual”.

Em Alagoas, uma plenária reuniu os grupos de base de Maceió e Arapiraca, além de militantes de outras cidades , no dia 16, para debater a Constituinte.

Na capital paulista, dando sequência a debates realizados por grupos de base em vários bairros, o grupo do Centro também fez o seu, com a exposição do professor Alessandro Soares, autor de um dos textos publicados no Caderno do DAP.

Outros debates, em vários estados, já estão agendados. Neste final de ano, é o momento de preparar as lutas de 2022, com perspectivas claras para sair dessa situação.

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